De Mãe para Filha: O Último Primeiro Dia e as Memórias de Uma Jornada
Enquanto almoçávamos, eu e meu marido nos demos conta de que hoje é um dia especial: é o último primeiro […]
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Anotar é um ato simples — mas cheio de impacto.
Quando registramos o que o cliente fala, demonstramos algo precioso: que ele foi ouvido. Que aquele pedido, aquela queixa ou até aquele detalhe pessoal não passou despercebido.
Na Osti, o cuidado com o cliente sempre começou com escuta. E escuta de verdade termina em papel. Ou, hoje, num sistema. Mas sempre com a intenção de não confiar na memória, e sim no compromisso.
Porque cliente não quer só ser atendido. Quer ser lembrado. Quer voltar e perceber que você guardou o que foi dito.
📌 A criança que tinha alergia.
📌 O pedido que chegou atrasado uma vez.
📌 O nome da cidade da mãe, que ele comentou sem querer.
São esses detalhes que constroem relacionamento.
Anotar é cuidar.
E cuidado, no fim das contas, é o que mais fideliza.
Por isso, se tem algo que nunca deixei de fazer foi registrar. Cada conversa é uma oportunidade de criar continuidade. E CRM de verdade começa assim: com memória.
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