O melhor cliente é o que já te conhece
Crescer um negócio nem sempre exige mais volume.Às vezes, o que faz diferença é olhar com mais presença para quem já […]
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Edição #1 – 16 de Junho de 2025
Nos negócios — e na vida — o que parece óbvio demais muitas vezes é o que mais nos escapa.
Nesta semana, ao revisar tendências, dados econômicos e histórias inspiradoras, me peguei refletindo: estamos mesmo prestando atenção ao que importa? Ou estamos apenas correndo para entregar mais do mesmo?
Vamos aos destaques que podem fazer você pensar diferente:
Segundo o Boletim Focus (CIESP), o IPCA deve encerrar 2025 em 5,25% — acima da meta do Banco Central. O PIB, por outro lado, deve apresentar crescimento de 2,2%, e o IBC-Br subiu 0,2% em abril.
Portanto, o momento exige cautela. A economia cresce, sim, mas com pressão inflacionária. É hora de rever margens e negociar com atenção com fornecedores.
Inspirados por modelos da China e da Europa, três brasileiros criaram a Gabriel — uma empresa que já instalou mais de 10.500 câmeras inteligentes no Brasil. A proposta? Tirar a estética da segurança daquele lugar “ostensivo” e transformá-la em algo humano e acolhedor.
Ou seja, propósito e branding importam, mesmo nos segmentos mais técnicos.
Bryan Johnson, multimilionário e figura central do movimento da longevidade, está fundando uma religião chamada “Não Morra”. A proposta é usar IA para preservar a vida, promovendo o corpo como um templo — e a existência como um valor absoluto.
Nesse sentido, é uma provocação sobre como a tecnologia pode (ou não) substituir a espiritualidade e a conexão humana.
A WGSN trouxe dados que mostram que consumidores emocionalmente conectados a marcas geram até 52% mais valor.
Por isso, sua marca precisa ir além do produto. A experiência emocional é o que fideliza, encanta e diferencia.
O setor de serviços no Brasil cresceu 0,2% em abril, segundo o IBGE.
Em contrapartida, a produção industrial da Zona do Euro recuou 2,4%.
Se você exporta, esse dado exige atenção: o mercado europeu pode demandar novas estratégias de prazo, preço e canais.
A sua marca provoca o que as pessoas sentem ou apenas repete o que elas já sabem?
Talvez o próximo passo da sua estratégia não esteja em fazer “mais conteúdo”, mas em traduzir sua essência em valor — humano, útil, claro.
Nos vemos na próxima edição,
Ju
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