Perder cliente custa caro: quando a ausência fala mais alto
Perder cliente custa caro: quando a ausência fala mais alto Na gestão da Osti, aprendi algo importante — e doloroso:nem sempre […]
Leia Mais
Como cuidar de uma enlutada
No dia 22 de julho completou um ano de um dia de muita dor. Naquele dia perdi a presença diária da minha avó Nina, um pilar na minha vida, pois não houve um só momento importante que ela não estivesse presente. Já tinha sentido a dor em 2007 do meu avô, mas tive minha avó como uma grande motivação para me manter forte e passar pelo luto, o que fez deste um momento de sofrimento ainda maior.
Minha família estava fora do país e não poderia voltar, meus pais queriam que eu ficasse com eles, mas preferi o refúgio do meu lar, já que lá nos meus pais eles estavam em sofrimento. Me sentia tão machucada que era difícil conviver com a dor deles também.
Foram dias de muitas lágrimas e tristeza, mas como em tudo na vida, há o que aprender e, nesse momento de profunda dor, aprendi com as pessoas que estavam por perto como cuidar de uma enlutada e é sobre isso que quero conversar com você hoje.
Na minha experiência, eu não queria falar sobre o que estava acontecendo, mas eu me sentia abraçada toda vez que alguém me ligava, mandava mensagem ou vinha até mim pessoalmente e dizia “estou aqui por você, se precisar de um ombro para chorar me chama”. Esses simples dizeres acalentavam meu coração.
Respeitar a quietude – quem me conhece sabe que adoro conversar, minhas risadas são famosas pelo som alto, gosto de estar no meio de gente, mas naquele momento tudo que queria era o quietinho do meu quarto. Gostava de receber o contato das pessoas, mas nem sempre estava forte para retribuir.

O bolo – tenho uma amiga que é sempre muito adequada, ela me envia mensagens com frequência e percebido que eu estava em um momento de reclusão desta maneira, ela enviou um bolo com um bilhete dizendo que quando eu estivesse pronta para conversar ela estaria disponível, mas enquanto o momento não chegasse, que eu recebesse o carinho através daquele bolo. Foi algo tão singelo, mas deixou aquele dia menos triste e mais uma vez me senti acolhida.
No ambiente de trabalho minhas colegas foram essenciais, principalmente por conta da paciência e acolhimento no dia a dia. Elas também estiveram presentes no velório e acompanharam todo o cortejo de despedida. Nem todas conheciam minha avó, mas elas estavam ali para me dar apoio e esse carinho me manteve de pé naquele que foi um dos piores dias da minha vida. Por isso, sempre que for possível, compareça ao funeral para dar acolhimento à enlutada.
Depois de um ano, já me sinto melhor apesar de não ter tido um só dia que não pensasse na minha avó. O que ficou desse momento triste foi o sentimento de gratidão com todas as pessoas que me acolheram e demonstraram seu carinho.
Da próxima vez que tiver uma enlutada perto de você, lembre-se que você pode fazer a diferença no dia dela.
Perder cliente custa caro: quando a ausência fala mais alto Na gestão da Osti, aprendi algo importante — e doloroso:nem sempre […]
Leia Mais💬 Para começar… Há semanas em que tudo parece apertar ao mesmo tempo: juros altos, consumo mais lento, decisões que não […]
Leia MaisAcompanhando pela TV a Olimpíada de Paris, senti uma saudade imensa da nossa Olimpíada, a do Rio. Enquanto a jornalista relata […]
Leia Mais