E essa tal Sororidade?
E essa tal Sororidade? Escrevo esse artigo no último dia de março, mês dedicado as comemorações e reflexões sobre a luta […]
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Foram dias de euforia. Compramos ingressos para as mais diversas modalidades esportivas e acordávamos às 6 da manhã para retornar tarde da noite, cansados, mas felizes. Assisti à torcida vibrar loucamente no jogo Brasil e Rússia, que ganhamos. Me diverti cantando todos os hits da torcida, mas não ousaria escrever aqui o que gritamos no estádio. Afinal, o que acontece lá, fica lá.
Assisti à torcida torcer para o juiz Rosário. A lógica era simples: não havia nenhum brasileiro competindo, mas o juiz era brasileiro, então estávamos todos torcendo por ele. Assisti ao tenista Rafael Nadal, um dos maiores jogadores de tênis de todos os tempos. Foi um privilégio indescritível poder apreciar cada segundo do jogo e, no final, ver a simpatia dele com a torcida, mesmo de longe.
Assistir aos Jogos foi especial porque o nosso povo é especial. Temos a torcida mais alegre e vibrante do mundo, que fez uma festa linda de confraternização entre os povos. O espírito olímpico estava presente e tive o privilégio de senti-lo.
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